Vacinar durante a gestação protege a pessoa gestante e pode transferir anticorpos para o bebê. Como o calendário muda com novas evidências e estratégias do SUS, use este texto para se orientar — e confirme as doses no serviço de saúde.

O que o calendário de 2026 organiza

Ao saber da gravidez, a equipe confere o histórico de hepatite B e dT, além de orientar influenza na temporada e uma dose de covid-19 a cada gestação. Quem já recebeu doses anteriormente não deve reiniciar esquemas por conta própria: o cartão ajuda a equipe a completar o que falta.

A dTpa é indicada a partir da 20ª semana em cada gestação, mesmo para quem já tomou antes. Em 2026, o SUS também inclui a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) a partir da 28ª semana em cada gestação, para ajudar a proteger o bebê nos primeiros meses.

Há situações que exigem avaliação individual

A vacina de febre amarela, por exemplo, aparece para casos excepcionais após avaliação de risco e benefício. Viagem, trabalho, condições de saúde, alergias e histórico vacinal podem mudar a orientação. Por isso, leve o cartão à primeira consulta e não escolha ou adie doses apenas por mensagens de redes sociais.

Depois da aplicação

Peça o registro da dose no cartão e guarde a data. Reações leves podem acontecer, mas sintomas intensos ou que preocupem devem ser comunicados ao serviço que aplicou a vacina ou à equipe do pré-natal.